Roma, Itália
DAS PROVÍNCIAS: PERFIL: VIA MERULANA AVISOS: MOMENTOS MARCANTES
É possível que já se tenha passado um ano desde o XXIV Capítulo Geral? O Padre Geral e o Conselho Geral terminaram seu primeiro ano no cargo. Prossegue o trabalho de constituir as 5 Conferências e em toda a parte do mundo os Redentoristas continuam a Pregar o Evangelho de modo sempre novo! Renovada esperança, corações renovados e estruturas renovadas para a Missão!
Concebemos a ideia em 2006. Iniciamos em janeiro de 2007. Terminamos em 2010. Ou quase! Como estava planejado, o Centro de Espiritualidade Redentorista e o Serviço de Comunicação concluíram a série das Peregrinações Virtuais nos Lugares-Berço da Congregação: Scala, Ciorani, Pagani, Marianella/Nápoles, Materdomini, Muro Lucano e Deliceto. A série está disponível em cada uma das sete línguas que usamos na internet. Veja http://cssr.com/tour/portugues/one.html . Pode ser acessada também clicando no ícone “Peregrinações Virtuais” do menu principal do sito www.cssr.com . Tendo completado o nosso objetivo original, decidimos acrescentar mais dois programas no futuro: Santa Ágata dos Godos, a diocese onde Santo Afonso trabalhou como bispo, e Lugares em Roma que interessam aos Redentoristas. Enquanto isso, continue a apreciar o conteúdo atual, que lhe ajuda a saborear nossas origens redentoristas e, se você ainda não os conhece, lhe dá um forte desejo de visitar esses lugares pessoalmente um dia.
Para os que entendem italiano, acrescentamos à nossa página www.cssr.tv um novo serviço, na área prateada do menu embaixo na tela: Trata-se da estação de TV da Província de Nápoles, Telenuova 2. Eles transmitem diariamente em italiano algum programa especificamente redentorista e sobre os lugares redentoristas.
Loading
the
player
...
Na terça-feira 23 de novembro, na Missa das 7:30, na Catedral de São Patrício em Nova York, a Província de Baltimore vai dar de presente ao Arcebispo Timothy Dolan dois ícones de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Um será colocado na sacristia do Arcebispo, e o outro na sua residência. Ele é grande devoto de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Era um sonho dos Redentoristas da Província de Baltimore ver o ícone colocado na própria Catedral, mas não foi possível. Entretanto, têm a satisfação de saber que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro estará presente na sacristia e na residência episcopal.
Queremos recordar-lhe mais uma vez que, além da nossa edição mensal de SCALA, você pode encontrar diariamente notícias atualizadas sobre os Redentoristas e seus apostolados em www.redemptorist.info . Graça e Redenção para Todos! Lviv, Ucrânia
Zimbábue
Como Redentoristas do Zimbábue e verdadeiros filhos de Santo Afonso, acreditamos em Jesus Cristo, nosso Santíssimo Redentor e estamos decididos a responder ao amor de Deus por nós, dando as nossas vidas. Esta é a herança que recebemos nos últimos cinquenta anos, herança que sumamente apreciamos. Sabemos, como os Redentoristas de todos os lugares, que dar a vida pela copiosa redenção tem sérias implicações. Em nível pessoal, chama cada um de nós à conversão contínua. Ser Redentorista é estar sempre buscando um relacionamento mais profundo com Jesus Cristo, é seguir mais de perto o Redentor, e dar um testemunho mais profundo da vida nova no Espírito Santo. "Dar a vida pela Copiosa Redenção" significa morrer para si mesmo para poder viver a vida plena de Jesus Cristo. E isso não é fácil, mas é possível. É possível através da ajuda de Deus, do apoio que nos damos mutuamente na comunidade, da ajuda que recebemos daqueles a quem somos enviados para dar testemunho, os quais a seu modo também nos dão testemunho de que no Senhor há Copiosa Redenção . Dar a vida pela Copiosa Redenção tem sérias implicações num mundo onde as pessoas são tentadas a dar a vida por valores menores. Num mundo que está cada vez mais abandonando Deus, nós fazemos um forte ato de fé para dar a vida pela Copiosa Redenção. Assim, temos a coragem de enfrentar o mundo, de empenhá-lo sem medo, de sustentar um diálogo significativo com ele e de manter a esperança que nossa fé nos dá. No Zimbábue de hoje, os desafios para a nossa fé são muitos, e isto torna ainda mais interessante dar a nossa vida pela Copiosa Redenção. Dar a vida pela Copiosa Redenção tem sérias implicações, tanto favoráveis como desfavoráveis. Como Redentoristas somos chamados a nos dedicar em tempo e fora de tempo. As vicissitudes dos últimos cinquenta anos, e do nosso tempo presente, no Zimbábue, nos desafiam a ser os verdadeiros missionários redentoristas descritos em nossa Constituição 20: "Fortes na fé, alegres na esperança, fervorosos na caridade, inflamados no zelo, humildes e sempre dados à oração, os Redentoristas, como homens apostólicos e genuínos discípulos de Santo Afonso, seguindo contentes a Cristo Redentor, participam do seu ministério e anunciam-no com evangélica simplicidade de vida e de linguagem, pela abnegação de si mesmos, pela disponibilidade constante para as coisas mais difíceis, a fim de levar aos homens a Copiosa Redenção". Este é o retrato dos amados confrades que nos precederam. É o retrato que prevemos para os atuais Redentoristas zimbabuanos na data do quinquagésimo aniversário da nossa presença aqui. Isso é o que torna desafiador, entusiasmante e profundamente comprometedor e vivificante o dar a vida pela Copiosa Redenção. Este jubileu de ouro é um divisor de águas para nós no Zimbábue. Nós o celebramos no momento em que nos tornamos um grupo totalmente autóctone. Muitos dos nossos predecessores estrangeiros teriam gostado de ver este dia, mas não o viram. Seu trabalho não foi em vão, sua fadiga não foi inútil: eles plantaram e regaram a semente nós colhemos abundantemente. Isto redobra a nossa gratidão a eles. Eles são um poderoso testemunho no espírito, e uma presença entusiástica em nossos corações, onde quer que estejam, no exterior ou no céu. Nós celebramos a doação de nossas vidas pela Copiosa Redenção, neste momento crítico, quando estamos considerando a mensagem do XXIV Capítulo Geral: "Pregar o Evangelho de modo sempre novo: esperança renovada, coração renovado, estruturas renovadas para a missão." Junto com os outros Redentoristas do Continente Africano, estamos procurando maneiras de consolidar a nossa presença e de responder com uma fé característica de nossa Congregação às necessidades da missão na África.
Vice-Província de Bancoc Nota do Editor: Pe. Joe Maier, C.Ss.R. é o fundador e diretor da Fundação para o Desenvolvimento Humano de Klong Toey, Bancoc. É engraçado o que faz, às vezes, transformar uma vida. Para Cookie Crumb James, bastou uma refeição saborosa, alguns biscoitos. E suas migalhas. Quando chegou, era um desarranjo total. Como uma cesta de material descartável. Não podia andar, nem engatinhar. Mal falava (ou não queria); uma enxaqueca tremenda ardia seu cérebro. Não tinha amigo algum neste mundo: nasceu com HIV e tem AIDS. Perfeito exemplo de uma "criança abandonada". Tinha oito anos. Não muito mais. Tamanho extra grande para uma criança com HIV-AIDS. Quer dizer, o tamanho normal para um garoto normal de oito anos de idade. Rosto cheio de cicatrizes - olho esquerdo defeituoso. Resultado da herpes zoster. Mas ele não é feio! Ele é o nosso James Cookie Crumb. Você gostaria dele se o encontrasse. No canto da boca, um grande sorriso. Quando uma criança é trazida a nós sem remetente - fim de linha - "abandonam" na nossa porta: na linguagem do orfanato, chamamos isso de "despejo". Poucos dias depois do "despejo" em nosso Centro de Misericórdia, demos a Cookie Crumb James uma fita especial para usar. Uma fita que lhe demos por sua bravura, coragem e determinação. Mas, no segundo dia, James babou mingau de arroz em toda a fita. Era um reconhecimento pelo seu valor. Cookie Crumb James da fita suja decidiu melhorar. Não de imediato. Nada é sempre fácil assim. O esforço e a energia que você precisa para ficar bem, querer viver, pode ser uma decisão incrivelmente difícil. Mas, eventualmente - tomar a decisão ele conseguiu. Provavelmente por muitas razões pesadas de incrível tipo. Mas, que coisa! - Na superfície, assim como muitas de nossas próprias "chamadas" para revirar nossas vidas de cabeça para baixo, a maior razão de Cookie Crumb James parecia tão simples. Ela veio simplesmente. Levamos todas as crianças HIV / AIDS a um restaurante e "carregamos" o jovem James junto. Pedimos um cardápio ordinário; um tipo de miojo “acrescente-água-agite-lentamente-e-deixe ferver-por-três minutos”. Mas o jovem James comeu satisfeito aquele prato. Disse que foi a melhor comida que jamais provara. "Impressionante". Assim, uma das mães da nossa casa, muito inteligente, fez um acordo no local. "Olha aqui, garoto, vou mudar logo sua fralda quando você precisar, se você prometer andar. Quando você andar, ou mesmo engatinhar, todos nós vamos voltar aqui. Em sua honra". Esta mãe da casa percebeu que se pudesse conseguir que esse garoto ficasse em pé e andasse, quando ele tivesse “a necessidade da manhã”, poderiam levá-lo ao banheiro. Um mal cheiroso a menos! Uma senhora inteligente. Os outros garotos souberam da coisa e começaram a cobrar isso de Cookie Crumb James. Disse que estava com medo de andar: covardia. Faziam-no chorar, irritando-o. Além disso, eles não gostavam de ficar perto do jovem James. Ele cheirava mal. Mais um motivo para sair do orfanato. Mas voltando ao nosso primeiro encontro com Cookie Crumb James ... Foi trazido de outro orfanato num táxi. Disseram que não podiam tratar sua TB além do HIV/AIDS. Talvez pudessem, talvez não. Não era problema nosso. Fim da linha para um menino duplamente rejeitado. E ele cheirava. Horrível. Naqueles primeiros momentos com a gente, ainda sentado na cadeira de rodas, pingando cocô, choramingando, de alguma forma você sabia que ele era uma daquelas crianças especiais: "Eu te desafio a cuidar de mim e me amar. Vá em frente, tente e eu vou ficar melhor." Talvez todas as crianças são assim. Nós provavelmente éramos também. A primeira criança que ele conheceu foi o Mestre Nok Yak (que significa “pássaro gigante”, em tailandês) que era meio magricela, o tempo todo doente, tinha quase oito anos de idade e tinha AIDS, parecia uma criança de cinco anos, mesmo depois de uma refeição completa. Nok Yak aproximou-se da cama e segurou Cookie Crumb James pela mão. Ofereceu-lhe uma mordida de seu biscoito. Olhou-o dos pés à cabeça, dimensionando-o. Mas algo aconteceu: eles se entenderam. Viram que iam ser amigos. Os biscoitos podiam ser compartilhados. Ambos eram crianças rejeitadas - mas quem se importa, contanto que haja bastantes biscoitos... De resto, era só deixar acontecer. Por quase um ano, Cookie Crumb James não foi divertido. Não gostava muito de si mesmo. Não gostava do que o vírus estava fazendo com ele. Passava muito tempo na cama com fortes dores de cabeça. Massageavam sua fronte uns 10 a 15 minutos. Depois, uma roupa fria como gelo. Ele parava de gemer, quando a roupa se aquecia ou ele adormecia. E sua amizade com o Pássaro Gigante floresceu.. Na hora da refeição, o magricela de sete anos de idade, Master Nok Yak, chegava perto da cama de Cookie Crumb James e ajudava a alimentá-lo. A primeira colherada vai para a boca, a segunda escorregava por acaso, ho ho ho! Seu rosto e seus cabelos ficavam lambuzados de comida. Às vezes, Cookie Crumb James chorava, e às vezes, quando a cefaléia não era tão forte, ele e Pássaro Gigante se divertiam e riam. Mas ele estava comendo regularmente e ganhava forças. Um dia, quando as manchas de alimentos não eram poucas, ele chutou Nok Yak com a perna boa e Nok Yak começou a chorar e revidou. Cookie Crumb James chorou também. Estava armada a confusão. A mãe da casa bateu neles e xingou, principalmente porque ela tivera uma briga com o marido bêbado na noite anterior e alguns outros meninos sob seus cuidados eram realmente doentes. Então o jovem James ficou teimoso - disse que ele poderia se alimentar sozinho. Começou pondo a boca no prato, como um cachorrinho. Mas as outras crianças zombavam dele, e ele pôs em ação o seu braço bom e começou a segurar uma colher. Mais ou menos. Quanto à mãe da casa, ela ralhava e repreendia. Mandava Cookie Crumb James andar toda vez que ela limpava seu rosto e lavava seus cabelos. Chamou-o de mocinha. Mas ela sabia as regras, sabia o quanto Cookie Crumb James poderia aguentar. Algumas mulheres sabem bem essas coisas. Então, quando Nok Yak, aliás Pássaro Gigante, caçoava ou brincava demais, ela o afastava. Era uma senhora acostumada na favela com um bom conhecimento do ofício. Cuidava de crianças rejeitadas e limpava latrinas. Mas ela ama as crianças - não pode deixar de amá-las. Forçada a assumir o papel de "mãe", tentando não chegar perto demais, como uma verdadeira mãe. Tinha também seus próprios filhos. Tatuagens e problemas, mas eles estão vivos e não estão doentes. Mas Cookie Crumb James não vai conseguir sobreviver. Ela não sabe se pode lidar com a visita ao templo amigo perto da nossa favela, onde Cookie Crumb James e seus amigos com AIDS como Giant Bird fazem essa última viagem. Para ir e não voltar. Para dormir e não acordar. Para não voltar. Morte sem escapatória. Ele esteve conosco 17 meses. Aos nove anos de idade, começava o primeiro ano do jardim de infância. Um ano atrás de seu amigo Pássaro Gigante. Cookie Crumb James não enxerga bem da vista esquerda, mas a direita está quase boa. Os tempos do dia "Huggies" se foram - ele consegue falar com clareza (quando tenta) e entende tudo. A mãe da casa sabe que ele adora biscoitos, por isso reforça seu almoço com 2 ou 3 e os reparte com todo mundo e chora quando não sobra nada para ele mesmo. Várias semanas atrás ele quebrou sua cadeira de rodas improvisada. Era um carrinho de brinquedo vermelho claro com um volante, nada de pedais, apenas rodas de borracha, por isso ele fica empurrando o carro para a frente no chão com a perna boa. Ele e Pássaro Gigante estão sempre empurrando esse pobre carro transformado em cadeira de rodas. E então um dia eles se levantaram de um “acidente” e as rodas se amassaram e o carro não se mexeu; então James deu seus primeiros passos e Pássaro Gigante o segurou, até que ambos caíram. Eles riram a valer caídos no chão. Ficaram assim um bom tempo, descansando, porque as crianças com AIDS podem brincar muito, mas não têm muita energia, e precisam de tempo para recuperar o fôlego. Mas finalmente conseguiram, e Cookie Crumb James deu mais um passo. E mais um. Por vários dias e semanas, ele iria andar, tropeçar e cair. Então um dia, ele rolou pela escada. A mãe da casa disse que ele podia ficar ali para sempre, que ela não se importava. E dormir lá mesmo. Mas se ele quisesse comida, teria que subir a escada sozinho. Levou a tarde toda. Um voluntário gentil, que por acaso é fisioterapeuta, com grande paciência o treinou. Agora o jovem James caminha diariamente cerca de 150 metros no jardim de infância, caindo meia dúzia de vezes. Nada mau para uma criança rejeitada. Garanto que o orfanato que o dispensou não sabe disto. Como eles podiam saber que ele era Cookie Crumb James da fita babada? Sabemos pouco sobre o seu passado. Só que seus pais eram trabalhadores itinerantes da construção civil. A mãe morreu de AIDS e talvez tivesse um pai e uma avó em algum lugar. Por certo, há uma irmã sadia e um ano mais velha. Estamos tentando encontrá-la: acho que ela não sabe. Ele chegou à nossa casa como uma criança sem tempo e sem espaço. Crumb James Cookie.
Para mais informações: www.mercycentre.org
ou escreva para info@mercycentre.org.
PERFIL:
Roma Nota do Editor: Dom Bashar Warda Matti, C.Ss.R., Arcebispo de Erbil, no Iraque, veio a Roma para participar do Sínodo Especial dos Bispos sobre o Oriente Médio e também assistiu às festividades do Arcebispo Tobin. Sentamo-nos com o Arcebispo Bashar para uma conversa sobre sua vida e seu trabalho no Iraque. Uma semana depois desta entrevista, os terroristas atacaram uma igreja católica síria em Bagdá, causando elevado número de vítimas, inclusive um sacerdote. SCALA: Qual é a história da sua vocação? Arcebispo Bashar: Entrei no seminário em 1981. Nossa casa ficava perto do seminário. Antes de entrar no seminário, estávamos sempre por perto e os seminaristas iam ensinar o catecismo para nós. Eu os admirava. Minha primeira experiência real de um chamado ao sacerdócio aconteceu durante a guerra de 1991, a primeira Guerra do Golfo. Então eu estava no primeiro ano de teologia. O bombardeio foi geral. Não tínhamos outra cosia a fazer, senão ir para a igreja e ficar com os jovens. As noites eram intermináveis. Tínhamos que ficar acordados por causa dos bombardeios. Sempre ficávamos amontoados em grupos de cerca de uma dúzia de jovens em espaços muito estreitos. Durante a noite, os jovens falavam de suas muitas perguntas e preocupações: me perguntavam sobre o evangelho, sobre os sacramentos, sobre a missão da Igreja ... perguntas e mais perguntas. Durante o dia essas discussões eram aprofundadas mais e mais, e perguntavam sobre a sua vocação de leigos. Ao mesmo tempo, me perguntaram sobre a minha própria decisão de me tornar um sacerdote. Durante esses dias eu percebi um aprofundamento do meu próprio chamado e havia sempre os exemplos do Pe. Vincent van Vossel, C.Ss.R. e dos outros Redentoristas que trabalhavam no Iraque. Após a guerra, falei com o falecido Pe. Frans Van Stappen, C.Ss.R., meu diretor espiritual. Ele me disse que seria difícil a minha admissão entre os Redentoristas naquele momento. Depois que ele morreu, pedi a um outro Redentorista, padre Lucien Cop, C.Ss.R., para ser meu diretor espiritual. Fui ordenado sacerdote em 1993, para o rito caldeu. Logo depois tive de fazer o meu serviço militar obrigatório. Durante esse tempo, o Pe. Lasso, então Superior Geral dos Redentoristas, teve a oportunidade de visitar o país. Naquela época havia dúvida sobre a aceitação de seminaristas para a missão redentorista, mas, no entanto, o Pe. Lasso disse que os Redentoristas poderiam aceitar-me. Tudo correu bem, para surpresa minha. Pedi ao Patriarca permissão para continuar na minha vocação de Redentorista e ele consentiu. Fui para o noviciado redentorista de Dublin em 1999 e, em seguida, voltei para o Iraque a fim de trabalhar como Redentorista dando retiros espirituais, retiros para os jovens, lecionando na escola bíblica e ensinando questões fundamentais da teologia moral. Em 2002, fomos convidados a assumir a responsabilidade de uma paróquia, uma das maiores do sul de Bagdá, que na época tinha 3 mil famílias. No final de 2006, por causa da violência, fui convidado para dirigir o Seminário Maior da Igreja caldeia. Eu me mudei para o seminário, longe da violência, para a parte norte do país, para continuar a missão do seminário lá e construir um prédio lá. Eu sempre tentei deixar claro que trabalhei sempre como um Redentorista feliz. Os anos de 2004 a 2006 foram difíceis porque tivemos de lidar com muitas questões não relacionadas com o sacerdócio. Mas, sobretudo num momento em que não havia nenhum governo, nenhum Estado, e nenhuma referência para o povo, o povo sempre bater à porta da Igreja para procurar soluções para seus problemas. Senti que havia necessidade de servir às pessoas que chegam à nossa terra, à terra de Abraão, nosso pai na fé. Abraão saiu de sua terra para outras terras. Agora, outras pessoas estavam vindo para a terra de Abraão. Eu sentia que havia uma necessidade de servir aos nossos irmãos e irmãs no exército dos EUA. Porque eu sabia um pouco de inglês, senti a necessidade de trabalhar com eles, de rezar a missa, ouvir confissões, encorajá-los em sua fé. E, ao mesmo tempo, eu era uma ponte entre os xiitas, sunitas e cristãos de nossa área e os americanos. Às vezes eu tinha de dizer aos americanos que sua presença causava isto ou aquilo na vida do nosso povo. Devo dizer que eles ficavam ouvindo atentamente, mas às vezes a capacidade de fazer algo estava além da sua possibilidade e autoridade para decidir. Mas isto faz parte da história e dos tempos do meu ministério. (Nota do Editor: É interessante notar, inclusive, que, em 03 de julho de 2010, o Arcebispo Bashar foi ordenado Arcebispo e tomou posse da Arquieparquia de Erbil, no Iraque).
Esta migração de pessoas torna o planejamento pastoral extremamente difícil. É difícil planejar uma agenda para o ano - até mesmo seis meses antes. Questões de segurança também afetam o planejamento. Mas as igrejas sobreviventes estão cheias durante as celebrações. As pessoas continuam a vir para a igreja em circunstâncias muito difíceis. Isto dá-nos alento e esperança. Os pastores e as pessoas estão se encorajando mutuamente. Lembro-me que em fevereiro, quando a violência começou em Mossul e eles estavam matando diariamente um cristão durante 14 dias, fui visitar o Arcebispo Emil Nona em Mossul, que tinha acabado de ser ordenado Arcebispo, e fomos visitar as casas em áreas muito perigosas, mas a gente ficava admirada com o entusiasmo do povo. Quando o Arcebispo convocava para uma reunião ou uma celebração, as pessoas vinham e enchiam as igrejas. Era sua maneira de reagir à violência e demonstrar a confiança que tinham em Jesus Cristo. É verdadeiramente surpreendente. Isso estava ocorrendo mesmo durante o auge da violência no Iraque. SCALA: Quantos sacerdotes o sr. tem? Arcebispo Bashar: Eu tenho 10 sacerdotes atuando e dois aposentados - um total de 12. Minha diocese é Erbil, na região norte e é muito segura. Mas eu tenho a pressão pastoral de 4.000 famílias que fugiram da violência em Bagdá e Mossul. Algumas das igrejas de Bagdá e Mossul foram fechadas. Mas eu tive de construir igrejas. Em três anos construí duas igrejas, cada uma com capacidade para 1000 pessoas. Há uma grande necessidade. SCALA: Como é a infra-estrutura da Igreja? Arcebispo Bashar: No próximo mês estaremos lançando o alicerce de uma nova igreja e, se Deus quiser, de uma nova escola. Mas em Bagdá e Mossul, como eu lhe disse, 7 ou 8 igrejas caldeias tiveram de ser fechadas, pois toda a área estava sob ameaça. As escolas foram nacionalizadas em 1974. Foram devolvidas algumas delas, mas não todas. SCALA: O sr. tem contato com a diáspora? Arcebispo Bashar: Sim, por e-mail, internet e correspondência regular. SCALA: Como o sr. constrói para o futuro? Por exemplo, como o sr. prepara o futuro da Igreja no Iraque, se os jovens que abraçam o sacerdócio, hoje, não querem ficar na terra natal por medo, e preferem trabalhar com os imigrantes iraquianos fora do Iraque a ficar em seu próprio país? É um problema? Arcebispo Bashar: É um problema. E nós temos enfrentado esse problema. Temos discutido entre os Arcebispos e sacerdotes que é muito importante que nós, Arcebispos e sacerdotes, todos demos testemunho também, não apenas os leigos. Se eles ainda estão lá no país, os sacerdotes deveriam estar lá também. Em nossos dias, estudamos também fora do país e havia centenas de razões que haveriam de nos chamar para ficar no exterior, e a possibilidade de que poderíamos fazê-lo, mas decidimos voltar porque é aí que começamos. Se a Igreja precisa de nós para ir para o exterior, isto deve ser feito de uma forma canônica. Então nós clareamos esta questão. Se nosso povo nos está dando esperança, então devemos estar com eles. Nós tivemos padres que estiveram no exterior e regressaram ao Iraque. Eles foram chamados para voltar e voltaram. Um deles foi chamado de volta a Bagdá e ganhou a confiança de tantos sacerdotes lá, que o patriarca caldeu pediu que os Redentoristas ficassem responsáveis por uma igreja caldeia no coração de Bagdá. Se uma vocação iraquiana sente o chamado para trabalhar na diáspora, então deve falar francamente com as pessoas e ter a bênção do povo e do Arcebispo para trabalhar na diáspora - da comunidade que deu vida ao seu chamado para o sacerdócio. O povo da diáspora, com certeza, merece ser assistido e o trabalho é maravilhoso e exigente. Os nossos sacerdotes podem fazer um trabalho pastoral maravilhoso, mas eu mesmo acredito que o processo deve ser canônico. Não seria difícil, não é difícil absolutamente. SCALA: O Iraque ainda é um lugar perigoso para sacerdotes e religiosos? (Nota do Editor: Essa pergunta foi feita antes do ataque terrorista de 1 de novembro). Arcebispo Bashar: Houve um perigo, e ainda há alguns. A maioria dos iraquianos, quando começam o seu dia, deixam suas casas e não sabem se vão voltar ou não. Todo mundo vai lhe dizer isso - desde o presidente do Iraque até as pessoas muito pobres que vivem em áreas distantes. Não se sabe se haverá um seqüestro, uma explosão ou algo assim. Há uma necessidade de sacerdotes em muitos lugares no Iraque e na diáspora também. Oitenta por cento dos sacerdotes que trabalham na diáspora são provenientes do Iraque. Alguns são nascidos nos EUA ou na Europa. É o Iraque oferecendo sacerdotes. Volto à questão que, se você estiver devidamente enviado para trabalhar na diáspora será abençoado, porque será oficial. Mas se as pessoas por conta própria decidem não voltar, a meu ver, isto não vai incentivar as pessoas da terra natal. Mossul, por exemplo, uma das áreas mais perigosas, tem 8 vocações no seminário do Iraque. SCALA: Como o sr. imagina a futura formação religiosa e sacerdotal para as vocações iraquianas? Arcebispo Bashar: No Iraque, uma das questões para os religiosos, é que é melhor que os estudantes, antes de noviciado, concluam a filosofia e a teologia no Iraque, que é um programa de seis anos - dois anos de filosofia e quatro anos de teologia, morando no seminário patriarcal para a formação sacerdotal. Em seguida, eles estariam mais maduros e prontos para estudar no exterior. Ao passar mais tempo no Iraque, as necessidades e demandas do ministério sacerdotal no Iraque se tornariam muito mais claras para eles. Mas quando eles vão para o exterior no meio do seu estudo interrompendo os estudos, como vêm fazendo, isto é perturbador e os resultados têm sido ambíguos. Precisamos de um plano melhor. Se alguém quiser entrar, deve terminar os seis anos e durante esses seis anos, podemos procurar o melhor lugar onde o noviciado deve ser feito e desenvolver um programa de convivência com as comunidades no exterior, que dará ao candidato uma outra perspectiva e aprofundamento do seu desejo de trabalhar com o seu povo no Iraque. Então estou certo de que o candidato achará mais fácil voltar. A iniciativa de trabalhar fora do Iraque deve partir dos superiores. Mas eu quero ser claro: nossas vocações do Iraque, em casa e no exterior, nascem do amor e da compaixão para com a Igreja, especialmente os pobres e a Igreja sofredora, onde quer que se encontrem. SCALA: O sr. está participando do Sínodo dos Bispos do Oriente Médio. Que impressões tem dele? Arcebispo Bashar: O Sínodo tem permitido chamar a atenção para a região e a situação das comunidades cristãs. O Sínodo recorda-nos que estamos vivendo a virtude da solidariedade com nossos irmãos e irmãs do Oriente Médio. A atenção de toda a Igreja se concentra agora nos problemas do Oriente Médio. É difícil para o Sínodo - e as pessoas sabem disso - porque o Sínodo não tem todos os meios para resolver todos os problemas. Após este Sínodo, os líderes da Igreja estarão mais cientes das condições ali e de sua responsabilidade para com os Arcebispos e as pessoas do Oriente Médio. Temos também uma "crise cristã" de pessoas que estão deixando nossas Igrejas católicas e abraçando seitas protestantes. Tivemos tempo para levantar questões sobre os nossos planos pastorais e a pregação do evangelho e nossa forma de falar ao nosso povo sobre essas questões. O Sínodo, como fenômeno, tem sido apreciado. Quanto à resolução dos problemas econômicos, sociais e políticos, pouco podemos fazer. Podemos nos tornar mais conscientes da nossa responsabilidade como uma "ponte" para a reconciliação e a manutenção da paz entre as comunidades. Podemos constantemente lembrar a todos o quão importante é viver numa sociedade pacífica e respeitosa. As expectativas das pessoas são realistas. Sabem que a Igreja pode fazer muito pouco para enfrentar tantos problemas. Também somos vítimas das dificuldades, que são mais políticas, econômicas e sociais na origem. Todos os membros do Sínodo trazem dentro de si estas perguntas: Como Pastores, o que podemos fazer pelas nossas comunidades? Como estamos pregando o evangelho? Será que estamos pregando o evangelho como uma boa notícia ou apenas dando "informações" sobre a religião cristã? Damos muita informação boa sobre o Cristianismo, mas a responsabilidade é viver o Cristianismo, e não apenas ensinar o Cristianismo para que o evangelho seja aceito como uma boa notícia. Temos observado o testemunho contundente das pessoas por Cristo. Isso deve ser apreciado. Essa é a razão para a primeira parte da "Mensagem final" que está sendo preparada pelo Sínodo. A primeira saudação é para nossos leigos, porque eles são realmente o sinal de Deus, sinal do testemunho e sinal da comunhão. Eles são os únicos que estão sempre lá para incentivar uns aos outros e são eles que estão dando as vocações e tentando ajudar a manter o seu Cristianismo de maneira clara. Os Bispos das Igrejas do Oriente Médio planejam realizar no ano que vem o seu próprio sínodo regional para continuar a abordar estas questões. SCALA: O que o sr. gostaria de dizer aos Redentoristas do mundo inteiro que vão ler essa entrevista?
SCALA: Obrigado, Arcebispo Bashar, pelo tempo e pelas reflexões que nos concedeu. Arcebispo Bashar: Obrigado a você! Nota do Editor: Para mais informações sobre os Redentoristas e a Igreja no Iraque, veja http://www.cssrb.com
REDENTORISTAS QUE SÃO NOTÍCIA: Ataque aos católicos no Iraque em 31/10 "Os cristãos iraquianos estão aterrorizados e em estado de choque. Estão perante um terrível dilema: emigrar e salvar as vidas dos seus entes queridos, ou ficar no país e testemunhar sua fé, correndo o risco de morrer." Isso é o que diz o Padre Vincent Van Vossel, C.Ss.R., superior dos Redentoristas, em Bagdá, após o massacre ocorrido em 31 de outubro, na igreja católica síria de Nossa Senhora da Salvação.
VIA MERULANA Roma, Itália Nota do Editor: Muitos confrades do mundo inteiro assistiram à ordenação episcopal de Dom Joseph Tobin ao vivo pela internet. Até agora, a maioria dos confrades viram também as galerias de fotos e os vídeos em www.redemptorist.info e alhures. Aqui estão dois relatos que descrevem as imagens em detalhe. Um agradecimento especial ao boletim Denverlink da Província de Denver, e ao Padre Provincial Tom Picton por compartilhar esta notícia deste momento histórico com a Congregação. Thomas Picton, C.Ss.R. 8 de outubro de 2010 Não era assim que eu imaginava o começo da festa da ordenação episcopal de Joe! Eu tinha a pessoa certa na mente, mas a confusão de identidades talvez seja apenas um comportamento normal para um Provincial cansado com a mudança de fuso horário! Nem nos meus mais estranhos sonhos poderia imaginar que a minha última visita oficial a Roma como Provincial seria para assistir à ordenação episcopal de um ex-aluno, Superior Geral Emérito e confrade da Província de Denver como resultado de uma nomeação do Papa Bento XVI para um dicastério muito importante no Vaticano, a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, vulgarmente conhecida como “Congregação para os Religiosos”. Parecia surreal que um Redentorista, nada menos que um confrade e membro de nossa Província, estava para assumir um posto de liderança mundial na Igreja, com a responsabilidade sobre a vida da maioria dos religiosos e religiosas do mundo. Parecia incrível que isso estava realmente acontecendo - era só um sonho ou era realidade? A família de Joe e os amigos se reuniram na capela da Casa Santo Afonso para celebrar a Eucaristia - a sua última missa como Padre Joseph Tobin, como um de seus colegas observou. Entre outros presentes, havia os Pes. Joe Dorcey, João Vargas, Bueche Bill, Carlin Bernie, John Steingraeber, Gary Ziuraitis e Tom Santa, da Província de Denver. Havia outros colegas e confrades como Pe. Henry Beauchamp de Porto Rico, Pe. Phil Dabney de Boston, MA e Pe. Pete Sousa da Vice-Província de Richmond. Também estiveram presentes o Pe. Marty Laumann, um ex-confrade da Província de Denver que trabalha atualmente na Arquidiocese de Manuas, Brasil, Pe. Don Miniscalco, C.Ss.R., um distinto professor de Patrística quando Joe era estudante no Seminário Maior de Esopus, e o bom amigo e ex-confrade Pedro Tran. Pe. Pat Woods, Provincial da Província de Baltimore, chegou sábado de manhã a tempo para a ordenação naquela tarde. Logo antes de a missa começar, os colegas de Joe lhe ofereceram um presente. Pe. Beauchamp teve a honra de fazer a apresentação. De onde eu estava sentado, o presente parecia ser alguma coisa na forma de uma base do batedor de beisebol. Eu soube que logo após o anúncio da nomeação de Joe como Arcebispo eleito, ele assistiu a um jogo de beisebol do Detroit Tigers com a família e amigos, então eu pensei que talvez alguém tivesse conseguido obter de lembrança do Detroit Tigers uma base do batedor! O misterioso presente não era nada de beisebol, mas uma mitra com uma imagem bordada de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. (Joe realmente usou essa mitra na Missa de ação de graças pela sua ordenação na Igreja Santo Afonso e Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no domingo, 10 de outubro.) Depois da missa, a noite terminou com pizza e confraternização organizada pela família de Tobin na vizinha pizzaria Galilei, muito frequentada. 9 de outubro de 2010 Tobin era chamado de "Reverendíssimo", enquanto era Superior Geral. Embora ele irá manter o mesmo título; haverá uma transformação para ele para uma nova realidade como Arcebispo Dom Tobin.
A ordenação episcopal foi celebrada no altar-mor da Basílica de São Pedro - o altar papal - para acomodar o grande número de pessoas convidadas para a cerimônia. As músicas foram cantadas em Canto Gregoriano pelo Coro Inter-Universitário de Roma acompanhado pelo Sexteto de metais "Euphonos" com Juan Pardell Sole ao órgão. Toda a cerimônia era nada menos que espetacular do ponto de vista da liturgia, música e ambientação na maior e mais famosa basílica do mundo! No final da missa de ordenação durante o Te Deum, o Arcebispo Tobin e os outros ordenados caminharam pela basílica, concedendo a sua primeira bênção episcopal para a multidão presente. Como na nossa própria tradição redentorista, tudo terminou com a "Salve Regina" antes da procissão final. Roma, Itália
Redentoristas de todo o mundo entraram na igreja dois a dois. Entre os mais importantes membros do cortejo estavam o atual Superior Geral Michael Brehl, o Superior Geral Emérito Juan Lasso de la Vega e o Superior Provincial de Denver, EUA,Tom Picton. Numerosos bispos redentoristas de todo o mundo também estiveram presentes, como Gutemberg Freire Régis, Bayda Bryan, Dziurach Bohdan, Bashar Warda, e José Ignacio Alemany Grau.
AVISOS:
Província de Denver, EUA
Em algum momento no futuro próximo, o caso passará por um apropriado escrutínio por parte das autoridades do Vaticano, que determinarão se a cura satisfaz aos critérios para o milagre necessário para a canonização de Seelos. O Redentorista Padre Francisco Xavier Seelos (1819-1867) foi beatificado na Praça de São Pedro, em Roma, na celebração solene do Jubileu do Ano 2000. Era um homem alegre e de profunda oração, cuja bondade e zelo atraíram muitas pessoas para os sacramentos. Conhecido por muitos como um intercessor poderoso, seus sagrados restos mortais repousam no Santuário Nacional do Beato Francisco Xavier Seelos em New Orleans, Louisiana. Pedimos encarecidamente a vocês que rezem pela sua canonização. Para mais informações, veja: www.seelos.org
Provincia do Lisboa
: MOMENTOS MARCANTES Recentes eventos significativos da Família Redentorista. Para uma lista completa desses momentos marcantes veja o site Officialia site Fizeram Profissão Temporária: Fizeram Profissão Perpétua: Foram Ordenados Sacerdotes: Faleceram: Jubileus – Dezembro de 2010: 60o Aniversário de Profissão: 60o Aniversário de Ordenação: 50o Aniversário de Profissão: 25o Aniversário de Ordenação: Notícias de Eleições: Padre Vincent Phạm Trung Thành, eleito Superior Provincial da Província do Vietnã. Confirmado em 10 de setembro de 2010. Padre Luís Rodrigues Batista, eleito Superior Provincial da Província de São Paulo. Confirmado em 24 de setembro de 2010. Padre Lawrence Kaufmann, eleito Superior Provincial da Província da África do Sul. Confirmado em 5 de outubro de 2010. Padre Gonzalo Rascón Rivera, eleito Superior Provincial da Província do México. Confirmado em 5 de outubro de 2010. Padre Jorge Gómez Rueda, eleito Superior Provincial da Província de Bogotá. Confirmado em 5 de outubro de 2010. Padre Noel Antonio Londoño Buitrago, eleito Vigário Provincial da Província de Bogotá. Confirmado em 5 de outubro de 2010. Padre John Britto Arulanandam Selsus, eleito Superior Provincial da Província de Bangalore. Confirmado em 11 de outubro de 2010. Padre Roger Michel, eleito Superior Provincial da Província de Lyon-Paris. Confirmado em 14 de outubro de 2010. Padre François Vannier, eleito Vigário Provincial da Província de Lyon-Paris. Confirmado em 14 de outubro de 2010. Padre Seán Wales, eleito Vigário Provincial da Província da África do Sul. Confirmado em 14 de outubro de 2010. Padre Fábio Bento da Costa, eleito Superior Provincial da Província de Goiás. Confirmado em 22 de outubro de 2010. Padre Luis Mauricio Pizarro Bugueño, eleito Superior Provincial da Província de Santiago. Confirmado em 22 de outubro de 2010. Padre Robson de Oliveira Pereira, eleito Vigário Provincial da Província de Goiás. Confirmado em 22 de outubro de 2010. Padre Joaquim Parron Maria, eleito Superior Provincial da Província de Campo Grande. Confirmado em 24 de outubro de 2010. Padre Manuel Cruz Meza, eleito Superior Vice-Provincial da Vice-Província de San Salvador. Confirmado em 26 de outubro de 2010. Padre Sixto Benigno Guerrero Vásquez, eleito Superior Provincial da Província de Quito. Confirmado em 26 de outubro de 2010. Nomeações:
Membros do Secretariado Geral para a Ordem do Santíssimo Redentor (Irmãs Redentoristas) para o sexênio 2009-2015: Membros da Comissão para Questões Canônicas para o XXV Capítulo Geral para o sexênio 2009-2015: Pe. Serafino Fiore, Província de Nápoles, Nomeado Diretor do Centro para a Espiritualidade, Governo Geral, para o sexênio 2009-2015, a partir de 1 de janeiro de 2011. Nomeado em 8 de setembro de 2010. Nomeados membros da Comissão para a Supervisão dos Edifícios da Casa Generalícia para o sexênio 2009-2015: Renúncia aceita: Padre Joseph W. Tobin renunciou ao cargo de Presidente da Comissão para a Solidariedade Econômica. Aceita em 10 de setembro de 2010. Nomeado Presidente da Comissão para a Solidariedade Econômica até o próximo Capítulo Geral, a partir de 10 de setembro de 2010. Padre Michael Kelleher, C.Ss.R., Província de Dublin. Nomeado em 10 de setembro de 2010. Nomeado Prefeito da Igreja Santo Afonso e Reitor do Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Roma: Padre Luciano Panella, C.Ss.R., Província de Nápoles, até 31 de dezembro de 2014. Nomeado em 1 de outubro de 2010. Supressão de Casas: A Casa “São Clemente” da Província de Dublin, na cidade de Belfast, Ulster, Irlanda do Norte. Supressa em 10 de setembro de 2010. A Casa da Província de Roma na cidade de Módena, Itália. Supressa em 22 de outubro de 2010. A Casa da Província de Roma na cidade de Marzocca, Itália. Supressa em 22 de outubro de 2010.
Visite nosso site em: www.cssr.com, www.cssr.tv. www.redemptorist.info |